domingo, 6 de abril de 2014

SOBRE A IBOGAÍNA....


Bom dia meus queridos amigos, espero que todos esteja em paz e na mais perfeita serenidade com suas famílias...
Aqui em casa tudo bem, andei passando por problemas sérios com minha filha por causa da depressão, o adicto de minha convivência está trabalhando e não teve recaídas na sua droga de preferencia faz um tempinho...(parei de contar) Pois ele não se encontra em recuperação...Continua insistindo na ''cervejinha''...
Então quando realmente ele estiver limpo, começo contar seus dias de sobriedade.
Devido a correria e os problemas com minha filha, tenho tido pouco tempo de postar aqui no blog e de responder a todos emails que tenho recebido...Tenham um pouco de paciência comigo que vou respondendo na medida do possível
Hoje vou falar sobre um assunto que muitas pessoas estão em duvidas, o lado positivo e negativo do tratamento com a Ibogaína..Tenho recebido muitos emails e mensagens me perguntando sobre isso.
O meu familiar adicto não fez este tratamento devido ao alto custo, mas ele sempre teve o desejo de fazer devido aos emails que recebo falando dos resultados positivos de muitas pessoas que fizeram este tratamento.
Pesquisei um pouco sobre o assunto na internet e vou colocar alguns textos pra vocês conhecerem melhor a Ibogaína...
                           DESMITIFICANDO A IBOGAÍNA

Muito se tem falado a respeito da Ibogaína aqui no Brasil nos últimos tempos... bem e mal, com discussões apaixonadas, e, às vezes, desprovidas de cunho científico e repletas de preconceito.
Para quem não sabe, Ibogaína é uma substância extraída da planta Tabernanthe iboga, originária do Gabão, e planta sagrada utilizada nos rituais da religião Bwiti, religião e rituais estes existentes desde a pré-história. Em 1962 Howard Lotsof, na época dependente de heroína, descobriu que uma única dose de Ibogaína foi suficiente para curar a dependência sua e de alguns amigos. A partir daí surgiu com força uma rede internacional de provedores de tratamentos para dependência em todo o mundo, alguns oficiais, outros underground. Desde essa época até hoje cerca de 15.000 pessoas já fizeram o uso médico da substância, com resultados, em sua maioria, muito bons. Realmente os efeitos são surpreendentes, e, em muitos casos, ocorre uma melhora do quadro de dependência significativa, em apenas 24 horas.
Como tudo que é diferente, e como tudo que é inovador, existem também em relação à Ibogaína controvérsias e dúvidas, que tem origem na desinformação e no preconceito, e algumas vezes também em interesses econômicos. Este texto visa esclarecer as dúvidas e orientar as pessoas sobre o assunto. É interessante o fato de que a maioria das pessoas que é contra esse tratamento, não sabe absolutamente nada a respeito, mesmo alguns sendo renomados profissionais da área. É o estilo “não li e não gostei”. Na área da dependência química no Brasil, alguns egos são imensos.
Sempre que se fala de Ibogaína, cita-se o fato de a mesma ser proibida nos Estados Unidos e em mais 3 ou 4 países, sendo em todos os outros (inclusive no Brasil) isso não ocorre. Pelo contrário, o Brasil é um dos pioneiros nesse tratamento e os profissionais envolvidos, apesar de pouco conhecidos aqui, têm reconhecimento internacional. Essa proibição da Ibogaína em poucos países deve-se à desinformação e a interesses econômicos e políticos.
Primeiramente, essa medicação não interessa à grande indústria farmacêutica, visto ser derivada de plantas, com a patente de 1962 já expirada, tendo, portanto, um baixo potencial de lucro.
Alem disso, em muitos locais, o preconceito contra os dependentes faz com que eles sejam vistos como pessoas que não merecem serem tratadas e sim presas ou escorraçadas. Assim sendo, o fato da Ibogaína ter sido descoberta por um dependente químico, para algumas pessoas, já a desqualifica.
Fora isso, o falso conceito de que a planta é alucinógena, gera uma quase histeria em determinados profissionais da área, que mal informados, com má vontade, e baseados em informações conflitantes pinçadas na internet, repassam informações errôneas adiante. A Ibogaína não é exatamente alucinógena, é onirofrênica, (Naranjo, 1974; Goutarel, Gollnhofer, and Sillans 1993), ou talvez seja melhor dizer, remogênica, ela estimula a mente de maneira a fazer com que o cérebro sonhe, mesmo com a pessoa acordada. Isso é comprovado por inúmeros estudos ao redor do mundo, mas é fácil confirmar, basta fazer um eletroencefalograma (EEG) durante o efeito da substância pra se ver que o padrão que vai aparecer é o do sono REM, não de alucinações. Alem disso, a ibogaína não se liga ao receptor 5HT 2a, o alvo clássico de alucinógenos como LSD, por exemplo.
Outra crítica relacionada à Ibogaína, que é sempre citada, são as até agora 14 mortes que ocorreram, em 48 anos, como comentado acima, em cerca de 15000 tratamentos realizados. Isso dá menos de 1 fatalidade em cada 1000 tratamentos, número muito menor por exemplo do que as fatalidades provocadas por metadona, que é outra substância utilizada no tratamento da adicção, e que é de 1 fatalidade para cada 350 tratamentos.
O detalhe, sempre deixado de lado pelos detratores da Ibogaína, é que em todos os casos de fatalidades registrados, comprovadamente se detectou o uso sub-reptício concomitante de heroína, cocaína e/ou álcool, confirmado por necropsia, o que nos leva à conclusão de que não existem fatalidades relacionadas à Ibogaína e sim à heroína/cocaína/álcool e à mistura dessas substâncias... além disso, poucas coisas no mundo são mais mortais do que usar drogas.. isso sim é perigoso.
Mais outra crítica é sobre o uso em humanos, sendo que no Gabão, há 5000 anos humanos já usam a substância em seus rituais, sem problemas. Já foram feitos vários trabalhos científicos, por cientistas renomados, que comprovam a baixa toxicidade e a segurança do tratamento, desde que feito dentro dos protocolos.
A taxa média de eficácia da Ibogaína para tratamento da dependência de crack é de 70 a 80%, que é altíssima, principalmente se lembrarmos que, além de ser uma doença gravíssima, as taxas de sucesso dos tratamentos tradicionais é de 5%. Incrivelmente, essa taxa de 80% também é alvo de críticas... Porque não são 100%, eles dizem? Já que é tão bom, porque não cura todo mundo? Ora, nenhum tratamento médico é 100%, existem variáveis ponderáveis e imponderáveis que influenciam a evolução dos pacientes, como motivação, características individuais de cada paciente, preparação adequada, com psicoterapia pré e pós tratamento de alto nível, tudo isso faz com que haja variações na eficácia. O fato é que a Ibogaína é hoje, de longe, o tratamento mais eficaz contra a dependência que se tem notícia, em toda a história da humanidade. Feito com os cuidados necessários, é seguro, eficaz, e não existem relatos de seqüelas, nem físicas, nem psicológicas.
Assim sendo, pessoas que vivem da cronicidade da doença, para as quais não interessa que haja cura e sim perpetuação do quadro, e assim, indiretamente, perpetuação dos lucros, se insurgem contra ela.
Em toda a história da humanidade, as inovações, as mudanças de paradigma, sempre foram combatidas.
E apenas mais um detalhe: as outras opções de tratamento, são bastante ineficazes, para que se possa dar ao luxo de não dar à ibogaína a atenção que ela merece.



Muito se tem falado a respeito da Ibogaína aqui no Brasil nos últimos tempos... bem e mal, com discussões apaixonadas, e, às vezes, desprovidas de cunho científico e repletas de preconceito.
Para quem não sabe, Ibogaína é uma substância extraída da planta Tabernanthe iboga, originária do Gabão, e planta sagrada utilizada nos rituais da religião Bwiti, religião e rituais estes existentes desde a pré-história. Em 1962 Howard Lotsof, na época dependente de heroína, descobriu que uma única dose de Ibogaína foi suficiente para curar a dependência sua e de alguns amigos. A partir daí surgiu com força uma rede internacional de provedores de tratamentos para dependência em todo o mundo, alguns oficiais, outros underground. Desde essa época até hoje cerca de 15.000 pessoas já fizeram o uso médico da substância, com resultados, em sua maioria, muito bons. Realmente os efeitos são surpreendentes, e, em muitos casos, ocorre uma melhora do quadro de dependência significativa, em apenas 24 horas.
Como tudo que é diferente, e como tudo que é inovador, existem também em relação à Ibogaína controvérsias e dúvidas, que tem origem na desinformação e no preconceito, e algumas vezes também em interesses econômicos. Este texto visa esclarecer as dúvidas e orientar as pessoas sobre o assunto. É interessante o fato de que a maioria das pessoas que é contra esse tratamento, não sabe absolutamente nada a respeito, mesmo alguns sendo renomados profissionais da área. É o estilo “não li e não gostei”. Na área da dependência química no Brasil, alguns egos são imensos.
Sempre que se fala de Ibogaína, cita-se o fato de a mesma ser proibida nos Estados Unidos e em mais 3 ou 4 países, sendo em todos os outros (inclusive no Brasil) isso não ocorre. Pelo contrário, o Brasil é um dos pioneiros nesse tratamento e os profissionais envolvidos, apesar de pouco conhecidos aqui, têm reconhecimento internacional. Essa proibição da Ibogaína em poucos países deve-se à desinformação e a interesses econômicos e políticos.
Primeiramente, essa medicação não interessa à grande indústria farmacêutica, visto ser derivada de plantas, com a patente de 1962 já expirada, tendo, portanto, um baixo potencial de lucro.
Alem disso, em muitos locais, o preconceito contra os dependentes faz com que eles sejam vistos como pessoas que não merecem serem tratadas e sim presas ou escorraçadas. Assim sendo, o fato da Ibogaína ter sido descoberta por um dependente químico, para algumas pessoas, já a desqualifica.
Fora isso, o falso conceito de que a planta é alucinógena, gera uma quase histeria em determinados profissionais da área, que mal informados, com má vontade, e baseados em informações conflitantes pinçadas na internet, repassam informações errôneas adiante. A Ibogaína não é exatamente alucinógena, é onirofrênica, (Naranjo, 1974; Goutarel, Gollnhofer, and Sillans 1993), ou talvez seja melhor dizer, remogênica, ela estimula a mente de maneira a fazer com que o cérebro sonhe, mesmo com a pessoa acordada. Isso é comprovado por inúmeros estudos ao redor do mundo, mas é fácil confirmar, basta fazer um eletroencefalograma (EEG) durante o efeito da substância pra se ver que o padrão que vai aparecer é o do sono REM, não de alucinações. Alem disso, a ibogaína não se liga ao receptor 5HT 2a, o alvo clássico de alucinógenos como LSD, por exemplo.
Outra crítica relacionada à Ibogaína, que é sempre citada, são as até agora 14 mortes que ocorreram, em 48 anos, como comentado acima, em cerca de 15000 tratamentos realizados. Isso dá menos de 1 fatalidade em cada 1000 tratamentos, número muito menor por exemplo do que as fatalidades provocadas por metadona, que é outra substância utilizada no tratamento da adicção, e que é de 1 fatalidade para cada 350 tratamentos.
O detalhe, sempre deixado de lado pelos detratores da Ibogaína, é que em todos os casos de fatalidades registrados, comprovadamente se detectou o uso sub-reptício concomitante de heroína, cocaína e/ou álcool, confirmado por necropsia, o que nos leva à conclusão de que não existem fatalidades relacionadas à Ibogaína e sim à heroína/cocaína/álcool e à mistura dessas substâncias... além disso, poucas coisas no mundo são mais mortais do que usar drogas.. isso sim é perigoso.
Mais outra crítica é sobre o uso em humanos, sendo que no Gabão, há 5000 anos humanos já usam a substância em seus rituais, sem problemas. Já foram feitos vários trabalhos científicos, por cientistas renomados, que comprovam a baixa toxicidade e a segurança do tratamento, desde que feito dentro dos protocolos.
A taxa média de eficácia da Ibogaína para tratamento da dependência de crack é de 70 a 80%, que é altíssima, principalmente se lembrarmos que, além de ser uma doença gravíssima, as taxas de sucesso dos tratamentos tradicionais é de 5%. Incrivelmente, essa taxa de 80% também é alvo de críticas... Porque não são 100%, eles dizem? Já que é tão bom, porque não cura todo mundo? Ora, nenhum tratamento médico é 100%, existem variáveis ponderáveis e imponderáveis que influenciam a evolução dos pacientes, como motivação, características individuais de cada paciente, preparação adequada, com psicoterapia pré e pós tratamento de alto nível, tudo isso faz com que haja variações na eficácia. O fato é que a Ibogaína é hoje, de longe, o tratamento mais eficaz contra a dependência que se tem notícia, em toda a história da humanidade. Feito com os cuidados necessários, é seguro, eficaz, e não existem relatos de seqüelas, nem físicas, nem psicológicas.
Assim sendo, pessoas que vivem da cronicidade da doença, para as quais não interessa que haja cura e sim perpetuação do quadro, e assim, indiretamente, perpetuação dos lucros, se insurgem contra ela.
Em toda a história da humanidade, as inovações, as mudanças de paradigma, sempre foram combatidas.
E apenas mais um detalhe: as outras opções de tratamento, são bastante ineficazes, para que se possa dar ao luxo de não dar à ibogaína a atenção que ela merece.



Ibogaina foi efetivo em reduzir os sintomas de abstinência. Pacientes que usaram ibogaina descreveram significante diminuição na vontade de usar ópio ou cocaina durante a desintoxicação. Essas pesquisas questionaram especificos aspectos de vontade de usar droga, também pensamentos em usar drogas e planos de usar drogas. Essas medidas relataram grande diminuição no vicio dos usuários em relação à cocaína e ópio, pacientes relataram que a dose de ibogaina cortou a vontade do uso da droga de dias para meses após o tratamento.
Depressão, ansiedade e agonia são partes dos sintomas de abstinência que frequentemente levam a uma recaída durante a desintoxicação. Sintomas pós-abstinência são causados pela adaptação física e distúrbios nos neurotransmissores, e também são causados por hiperexcitabilidade emexpecificas zonas neurológicas, resultados do uso da droga por muito tempo. Ibogaina foi efetivo em aliviar a depressão e ansiedade, diminuir a hostilidade e aumentar o vigor. Ibogaina promove apreciável diminuição no sintomas de ambos, pós e durante a abstinência.





Desde quando criei o blog, recebi centenas de emails de pessoas querendo saber mais sobre este tratamento com a Iboga...
Também recebi diversos emails de pessoas que fizeram este tratamento e obtiveram excelentes resultados.
Como sabemos que a adicção é uma doença comportamental, o tratamento não faz milagres, está é a minha opinião, o grande segredo da recuperação vem do ''querer'' do adicto, este tratamento tira a fissura, o incontrolável desejo de usar drogas e ansiedade, características do adicto. Mas ainda tem que se tratar o comportamento, por isso na minha opinião o ideal seria que mesmo com o tratamento da ibogaína o adicto, continue aqui fora frequentando reuniões e mantendo o foco em sua recuperação, evitando pessoas, lugares que o levem novamente ao uso.






Diogo Nascimento Busse, 28 anos, era usuário de drogas. Du­­rante 13 anos, a vida dele foi semelhante à de outros usuários: mesmo estudando e trabalhando normalmente, passava dias fora de casa e chegou a sofrer alguns acidentes. Tentou inúmeros tratamentos psiquiátricos, psicológicos, medicamentos e internações. Nada deu resultado. Sem saída, mas com esperança de largar a dependência, há dois anos e meio, a curiosidade empurrou Busse para uma substância pouco conhecida no Brasil: a ibogaína.

Substância extraída da raiz da iboga, arbusto encontrado em países africanos, a ibogaína é usada para fins terapêuticos no país há dez anos, por uma única clínica, com sede em Curitiba. Nesse período, 130 usuários de drogas usaram o medicamento, Diogo foi um deles. Há dois anos e meio livre do crack, o advogado e professor universitário conta como foi a experiência. “Foi um renascimento. Foi uma viagem espiritual, de autoconhecimento, expandiu meus horizontes. É inexplicável. Hoje eu analiso o passado e não tenho lembranças positivas daquele tempo”, diz.
De acordo com o médico gastroenterologista da clínica Bruno Daniel Rasmussen Chaves, a ibogaína produz uma grande quantidade do hormônio GDNF, que estimula a criação de conexões neuronais, o que ajuda o paciente a perder a vontade de usar drogas. A ibogaína, segundo ele, também produz serotonina e dopamina, neurotransmissores responsáveis pelas sensações de prazer. A droga é processada na Inglaterra e vendida em forma de cápsulas. O preço de uma unidade, quantidade suficiente para o tratamento, gira em torno de R$ 7 mil reais.
Não é um milagre As imagens que as pessoas enxergam enquanto estão sob o efeito da droga, segundo o médico, são sonhos. “Não se trata de alucinações, a ibogaína não é alucinógena. É como sonhar de olhos abertos, só que durante muito tempo. Durante o sono temos apenas cinco minutos de sonhos a cada duas horas. Com a ibogaína são 12 horas”, explica Chaves.
Mesmo que os resultados sejam animadores – a taxa de recaída entre os usuários da ibogaína gira em torno de 15%, enquanto nos tratamentos convencionais varia entre 60% e 70% – a substância não é um milagre e nem faz tudo sozinha. De acordo com a psicóloga Cleuza Canan, que há mais de 30 anos trabalha com dependência química, os pacientes passam por três fases. “Avaliamos clinicamente e psiquicamente o paciente. Existe uma fase de desintoxicação. São necessários 60 dias de abstinência para o paciente ir para a ibogaína. Depois que ele toma, começa uma fase que consiste na reorganização e readaptação, com terapia individual e de grupo”, afirma.
A reportagem Gazeta do Povo conversou com ex-usuários de drogas que recorreram à ibogaína. Eles foram unânimes em afirmar que, depois de tomar a substância, nunca mais tiveram vontade de se drogar. “Eu nunca mais tive vontade. Aquela fissura desapareceu. A droga é apenas uma lembrança, nada mais que isso”, diz um paciente que não quis se identificar. Segundo Cleuza, a recaída só é possível se o paciente mantiver os mesmos hábitos. “Se ele frequentar os mesmos lugares, conviver com os mesmos amigos, achar que está imune”, explica.

41 comentários:

  1. Se a Ibogaína é remogênica, ela estimula a mente de maneira a fazer com que o cérebro sonhe, mesmo com a pessoa acordada.
    Sonhar acordado?
    É possível fazer o uso e dirigir um automóvel? Claro que não!!! é possível manusear maquinários ou qualquer outro objeto de risco a vida? Claro que não!!!
    A Ibogaína nada mais é do que a "substituição" do efeito de "sonhar acordado" causado por qualquer substÂncia psicoativa, pelo efeito de "sonhar acordado" da iboga. Comparativo ao Santo Daime utilizado em ceita específica e com o THC (Maconha) também em algumas ceitas. Tal texto deve ter sido escrito por algum defensor dessa planta com cunho financeiro e sem nenhum preparo ou cuidado com o tratamento de fato ao dq.

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    1. Não concordo com seu ponto de vista amigo, fiz o tratamento e durou uma semana, é claro que neste período não dirigi automóvel , trabalhei ou algo parecido...Mas depois do tratamento tenho minha vida de volta e hoje, dirijo, trabalho, recuperei minha família, não penso mais na droga, tenho o controle de minha vida de volta...Para salvar uma vida toda tentativa é valida.

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    2. É triste ver o preconceito com algo que ajuda tanto no tratamento contra a dependência. Meu marido fez a aplicação e realmente não pode fazer nada pelo menos 1 semana, ele ficou supervisionado por um profissionais desde a pré aplicação até 15 dias depois. Infelizmente a maioria não tem acesso devido ao alto custo, mas recomendo para quem possa investir pois os resultados são excelentes se conciliado com o tratamento tradicional.

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    3. infelizmente o dinheiro sempre fala mais alto ! o alto custo elimina a change de muitas vidas terem acesso a algo que devia ser direito de todos e ai vem os aproveitadores da dor alheia ,vendendo mais barato pela internet algo que pode ser até falso !

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    4. Meu nome é C. E, Tenho 20 anos, tive meu primeiro contato com álcool e drogas com 12 anos, no qual com 17 anos fazia uso diário e hoje sou um dependente em recuperação, tive a oportunidade de conhecer a ibogaina no qual facilitou a minha recuperação no meu tratamento. Tive um acompanhamento de 90 dias antes de tomar a primeira dose de ibogaina, Tive muitos pensamentos sobre minha vida, facilitando muito o discernimento do que estava certo e errado em minha vida e a cada pensamento que vinha eu me perguntava( como não pensei isso antes) é obvio, além da dependência química, desde a infância sofro de déficit de atenção com a ibogaina hoje consigo me concentrar e até ler livros inteiros, antes da ibogaina eu não compreendia a importância da leitura. Depois de um tempo tomei uma segunda dose no qual tive varias experiências positivas porem diferentes, não era os mesmos pensamentos da dose passada. Hoje consigo superar a cada dia com muita fé em deus, com o apoio de minha família que estavam ao meu lado a todo o momento e um tratamento realizado na clinica cleuza canan, agradeço a Dra. Agora continuo a ter pensamentos positivos e observando os momentos críticos e com muita facilidade de dizer não.

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  2. Adorei a matéria, Lu!!! Desde o dia em que li e postei pela primeira vez sobre a ibogaína em meu blog, há dois anos, eu recebo muitos e-mails pedindo indicação. Eu tento deixar claro que não conheço pessoalmente o tratamento, que não conheço os médicos, mas que ambos, foram muito solícitos comigo quando os procurei para saber a respeito. O Digo, foi a primeira pessoa com quem fiz contato, ele mesmo já deu o seu depoimento em meu blog, hoje, ele faz a diferença em Curitiba, atuando juntamente com o prefeito de lá, combatendo o inferno que um dia ele mesmo vivenciou. Se ele conseguiu, eu acho que muitos também conseguem, mas, o que ele mesmo me disse é que não é só a substância, tem que mudar hábitos, mudar o estilo de vida. Da mesma forma que um psicólogo que acompanhou a aplicação da ibogaína na clínica em Sta. Cruz do Rio Pardo confirmou que a substância realmente tem esses poderes. Bom, de uma coisa eu sei, se eu tivesse $$$ e soubesse aonde o Gabriel está, certamente tentaria... Lu, a postagem ficou show.

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  3. Através deste depoimento que vai ler logo abaixo procurei o tratamento para meu filho que estava quase morto devido ao crack e hoje depois de 1 ano e 3 meses é como se ele nunca tivesse usado drogas...salvou a vida de meu filho, hoje tenho vida. Ele continua frequentando as reuniões do N.A para continuar sua recuperação, mas as fissuram e o desejo pela droga desapareceram...


    Deitado numa cama, Wladimir Kosiski, 33 anos, viu, literalmente, sua vida passar como num filme — e descobriu que era um drama ruim. A abertura até prometia: cenas de sua infância e adolescência, o casamento, o emprego como vendedor em uma multinacional em Curitiba (PR), a faculdade, dois filhos... Mas, ao chegar aos 21 anos, o roteiro virava filme B, uma típica história de dependência de drogas, reprisando todos os clichês do gênero. O crack, então, roubava a cena: uma sequência previsível de empregos perdidos, faculdade abandonada e bens vendidos a preço de banana para pagar o vício. E sua carreira de vendedor em multinacional acabou enveredando para a vida de aviãozinho do tráfico em troca de alguns gramas de pedras.

    O filme apareceu como uma espécie de sonho acordado durante as 48 horas que Wladimir passou sob o efeito da ibogaína, uma droga psicodélica, em uma clínica no Estado de São Paulo (que prefere não divulgar o nome). Durante esse tempo, ele ficou sonolento, mas plenamente consciente. Viu nítidas as imagens de sua vida, como se fossem projetadas em uma tela de LCD na parede do quarto, logo acima do médico que o observava sobre a cama. Quando o efeito passou, foi a primeira vez em anos que Wladimir acordou sem a fissura, o desejo incontrolável pela fumaça do crack que ataca os dependentes. Nem o desejo, nem as náuseas e nem as dores comuns desse tipo de abstinência apareceram. “Era como se eu nunca tivesse usado droga nenhuma”, diz o hoje administrador de empresas, que passou pelo tratamento e se livrou da dependência em 2007.

    A substância que ajudou Wladimir é cada vez mais usada em terapias experimentais contra o vício. De 1962, quando começou a ser testada em dependentes químicos, até 2006, 3.414 pessoas usaram a ibogaína, obtida a partir da raiz de um arbusto africano, a iboga, para fins terapêuticos. Só nos últimos quatro anos, no entanto, 7 mil pessoas passaram pelas terapias, de acordo com dados preliminares de um estudo do Dr. Kenneth Alper, da New York School of Medicine, nos Estados Unidos. O número de tratamentos cresceu tanto que provocou uma escassez da substância, ainda produzida de maneira artesanal, no mundo.

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    1. Meu nome é C. E, Tenho 20 anos, tive meu primeiro contato com álcool e drogas com 12 anos, no qual com 17 anos fazia uso diário e hoje sou um dependente em recuperação, tive a oportunidade de conhecer a ibogaina no qual facilitou a minha recuperação no meu tratamento. Tive um acompanhamento de 90 dias antes de tomar a primeira dose de ibogaina, Tive muitos pensamentos sobre minha vida, facilitando muito o discernimento do que estava certo e errado em minha vida e a cada pensamento que vinha eu me perguntava( como não pensei isso antes) é obvio, além da dependência química, desde a infância sofro de déficit de atenção com a ibogaina hoje consigo me concentrar e até ler livros inteiros, antes da ibogaina eu não compreendia a importância da leitura. Depois de um tempo tomei uma segunda dose no qual tive varias experiências positivas porem diferentes, não era os mesmos pensamentos da dose passada. Hoje consigo superar a cada dia com muita fé em deus, com o apoio de minha família que estavam ao meu lado a todo o momento e um tratamento realizado na clinica cleuza canan, agradeço a Dra. Agora continuo a ter pensamentos positivos e observando os momentos críticos e com muita facilidade de dizer não.

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  4. Este tratamento tem ajudado na recuperação de muita gente, e ele trata qualquer compulsão inclusive obesidade...

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  5. Há anos luto co,m meu marido .. ele frequenta NA saiu de uma internação em dez/2013 ja teve 2 recaidas.... lu onde acho este medicamento?? como faço para adiquirir???

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  6. Nenhuma pesquisa ou determinação da ANVISA autoriza ou ratifica o uso da IBOGAÍNA para fins de tratamento.
    Pelas informações obtidas e considerando a literatura científica internacional, conclui-se que o uso terapêutico da ibogaína ainda não está comprovado cientificamente. Por isso seu uso não é recomendado até que as evidências científicas sejam fortes, especialmente por tratar-se de substância alucinógena potente que pode desencadear quadros psiquiátricos graves e mesmo outras conseqüências clínicas danosas.
    Além de tudo, do ponto de vista ético, há que se considerar os seguintes artigos do Capítulo XII – Pesquisa Médica - do Código de Ética Médica que regem:
    Art. 123 - Realizar pesquisa em ser humano, sem que este tenha dado consentimento por escrito, após devidamente esclarecido sobre a natureza e conseqüências da pesquisa.
    Parágrafo único: Caso o paciente não tenha condições de dar seu livre consentimento, a pesquisa somente poderá ser realizada, em seu próprio benefício, após expressa autorização de seu responsável legal.
    Art. 124 - Usar experimentalmente qualquer tipo de terapêutica, ainda não liberada para uso no País, sem a devida autorização dos órgãos competentes e sem consentimento do paciente ou de seu responsável legal, devidamente informados da situação e das possíveis conseqüências.
    Art. 127 - Realizar pesquisa médica em ser humano sem submeter o protocolo à aprovação e ao comportamento de comissão isenta de qualquer dependência em relação ao pesquisador.

    Conclui-se, assim, que o uso dessa substância de um ponto de vista ético e científico e por razões de segurança dos pacientes, só poderia ser realizado, até o momento, em animais de laboratório, em experimentos científicos rigorosos, controlados por protocolos muito bem constituídos e aprovados por uma Comissão de Ética credenciada e oficial, de preferência conduzido por pesquisadores experientes de instituições tradicionais.

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    1. A ibogaína medicinal é medicamento registrado nos Ministérios da Saúde do Canadá e da Nova Zelândia e assim pode ser livremente importada pelo paciente interessado, desde que seja para uso próprio e não para comercialização. Essa é a orientação da ANVISA.
      Na verdade, quem é contra a ibogaína ou não conhece realmente o que é, nunca teve um familiar ou conhecido com o problema, ou é dono de clínica de reabilitação. Esses odeiam a ibogaína pois ela os faz perder clientes.

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    2. Quando inventaram o computador quem consertava maquinas de escrever ficou muito bravo também.

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    3. Meu nome é C. E, Tenho 20 anos, tive meu primeiro contato com álcool e drogas com 12 anos, no qual com 17 anos fazia uso diário e hoje sou um dependente em recuperação, tive a oportunidade de conhecer a ibogaina no qual facilitou a minha recuperação no meu tratamento. Tive um acompanhamento de 90 dias antes de tomar a primeira dose de ibogaina, Tive muitos pensamentos sobre minha vida, facilitando muito o discernimento do que estava certo e errado em minha vida e a cada pensamento que vinha eu me perguntava( como não pensei isso antes) é obvio, além da dependência química, desde a infância sofro de déficit de atenção com a ibogaina hoje consigo me concentrar e até ler livros inteiros, antes da ibogaina eu não compreendia a importância da leitura. Depois de um tempo tomei uma segunda dose no qual tive varias experiências positivas porem diferentes, não era os mesmos pensamentos da dose passada. Hoje consigo superar a cada dia com muita fé em deus, com o apoio de minha família que estavam ao meu lado a todo o momento e um tratamento realizado na clinica cleuza canan, agradeço a Dra. Agora continuo a ter pensamentos positivos e observando os momentos críticos e com muita facilidade de dizer não.

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  7. Olá, Vendo todos os posts eu não tinha como não deixar meu recado aqui também.
    Inicialmente, quando fomos indicados para o tratamento com a ibogaína ficamos ressabiados quanto ao valor e a veracidade das informações repassadas. Mas, em dezembro de 2013 tomamos coragem para enfrentar. Meu marido é adicto (cocaína) e já estava limpo há um ano. Após o uso da ibogaína meu marido mudou completamente seu comportamento. Fez inscrição para 2 concursos públicos, fez um semestre de faculdade, coisas que jamais ele faria se não tivesse utilizado a ibogaína, pois já estamos casados há 14 anos e ele nunca tentou nada para sua melhora pessoal. Ele era usuário de maconha, mas em 2010 ele fez uso de cocaína. Eu não só recomendo como afirmo que os resultados são positivos.
    Segundo meu esposo, a impressão é de que sua vida passa rapidamente em flashs e você vê tudo o que fez em sua vida.

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    1. Boa noite Patricia, meu nome é Sirlene, meu marido se encontra na mesma situação em que seu marido já esteve, porém ele é viciado em crack. Me diz em qual clinica ele foi submetido ao tratamento, estou a procura de referencia. Agradeço se puder me ajudar.

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    2. Boa tarde Patricia!!!
      Estou na mesma situação, procuro informações e clinicas especializadas. Por gentileza se puder me passar o contato lhe agradeço..

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    3. Este comentário foi removido pelo autor.

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    4. Meu nome é C. E, Tenho 20 anos, tive meu primeiro contato com álcool e drogas com 12 anos, no qual com 17 anos fazia uso diário e hoje sou um dependente em recuperação, tive a oportunidade de conhecer a ibogaina no qual facilitou a minha recuperação no meu tratamento. Tive um acompanhamento de 90 dias antes de tomar a primeira dose de ibogaina, Tive muitos pensamentos sobre minha vida, facilitando muito o discernimento do que estava certo e errado em minha vida e a cada pensamento que vinha eu me perguntava( como não pensei isso antes) é obvio, além da dependência química, desde a infância sofro de déficit de atenção com a ibogaina hoje consigo me concentrar e até ler livros inteiros, antes da ibogaina eu não compreendia a importância da leitura. Depois de um tempo tomei uma segunda dose no qual tive varias experiências positivas porem diferentes, não era os mesmos pensamentos da dose passada. Hoje consigo superar a cada dia com muita fé em deus, com o apoio de minha família que estavam ao meu lado a todo o momento e um tratamento realizado na clinica cleuza canan, agradeço a Dra. Agora continuo a ter pensamentos positivos e observando os momentos críticos e com muita facilidade de dizer não.

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  8. Por favor diga-me o valor e como posso conseguir, estou desesperada a ponto de fazer qualquer coisa pra salvar a vida do meu marido.

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  9. Eu preciso saber com urgencia onde compra ibogaina me ajudem!!! Por favor

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    1. Meu nome é C. E, Tenho 20 anos, tive meu primeiro contato com álcool e drogas com 12 anos, no qual com 17 anos fazia uso diário e hoje sou um dependente em recuperação, tive a oportunidade de conhecer a ibogaina no qual facilitou a minha recuperação no meu tratamento. Tive um acompanhamento de 90 dias antes de tomar a primeira dose de ibogaina, Tive muitos pensamentos sobre minha vida, facilitando muito o discernimento do que estava certo e errado em minha vida e a cada pensamento que vinha eu me perguntava( como não pensei isso antes) é obvio, além da dependência química, desde a infância sofro de déficit de atenção com a ibogaina hoje consigo me concentrar e até ler livros inteiros, antes da ibogaina eu não compreendia a importância da leitura. Depois de um tempo tomei uma segunda dose no qual tive varias experiências positivas porem diferentes, não era os mesmos pensamentos da dose passada. Hoje consigo superar a cada dia com muita fé em deus, com o apoio de minha família que estavam ao meu lado a todo o momento e um tratamento realizado na clinica cleuza canan, agradeço a Dra. Agora continuo a ter pensamentos positivos e observando os momentos críticos e com muita facilidade de dizer não.

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  10. Achei fantástica as possibilidades de recuperação de pessoas,e gostaria de ajudar de
    alguma forma,para tanto,aguardo sugestões.André

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  11. boa noite... gostaria se saber onde posso encontrar uma clinica seria e comprometida com esse tratamento, pois já encontrei várias, mas gostaria de alguma referencia, qto ao resultado. grata.

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    1. Meu nome é C. E, Tenho 20 anos, tive meu primeiro contato com álcool e drogas com 12 anos, no qual com 17 anos fazia uso diário e hoje sou um dependente em recuperação, tive a oportunidade de conhecer a ibogaina no qual facilitou a minha recuperação no meu tratamento. Tive um acompanhamento de 90 dias antes de tomar a primeira dose de ibogaina, Tive muitos pensamentos sobre minha vida, facilitando muito o discernimento do que estava certo e errado em minha vida e a cada pensamento que vinha eu me perguntava( como não pensei isso antes) é obvio, além da dependência química, desde a infância sofro de déficit de atenção com a ibogaina hoje consigo me concentrar e até ler livros inteiros, antes da ibogaina eu não compreendia a importância da leitura. Depois de um tempo tomei uma segunda dose no qual tive varias experiências positivas porem diferentes, não era os mesmos pensamentos da dose passada. Hoje consigo superar a cada dia com muita fé em deus, com o apoio de minha família que estavam ao meu lado a todo o momento e um tratamento realizado na clinica cleuza canan, agradeço a Dra. Agora continuo a ter pensamentos positivos e observando os momentos críticos e com muita facilidade de dizer não.

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  12. Daí mais uma indagação: Se os laboratórios não têm interesse, como uma necessidade o Estado poderia avocar para si, comprando por intermédio de laboratórios governamentais o registro para produzir e até fornecer para as farmacêuticas brasileiras para produção e comercialização, o que “baratearia” o custo final a ponto de os brasileiros de baixa renda poderem fazer uso da droga além de que poderia ser administrada também pelo SUS – Sistema Único de Saúde, donde muito dinheiro público seria economizado e viabilizaria automaticamente uma contrapartida na compra do registro para o Brasil.

    Em Ourinhos, somente atendimentos particulares


    O antigo Hospital de Saúde Mental, hoje Instituto Hermelino Agnes de Leão, é alvo de críticas da população que diz, não é atendida como era, ou seja, não há mais internamentos ou pacientes tratados pelo SUS, mas segundo informações, somente há atendimentos particulares, embora a Santa Casa não seja, ainda, uma entidade completamente privada e sim pública, dependente do dinheiro público, e a oferta de serviços nessa área, contra os vícios causados pelas drogas com o tratamento realizado pela droga Ibogaína, é totalmente particular, ainda não havendo qualquer pretensão de atendimento pelo SUS aos pacientes menos favorecidos.

    Tratamento a dependentes menores pelo SUS somente em Londrina ou Assis, Ourinhos está fora

    Os possíveis viciados em drogas, portanto, já possuem um local, ou seja, um hospital para tratamento dos vícios, mas apenas com serviços particulares, ainda não sendo admitido que se faça pelo SUS, mas Ourinhos vive momentos difíceis com o alastramento das drogas em crianças e adolescentes, não existindo qualquer tratamento aos atingidos pelos vícios, sendo os hospitais mais próximos em Londrina e Assis, e aí?

    Vício então custa seis mil reais por paciente

    No entanto, tendo dinheiro, o paciente particular, inclusive os menores de 18 anos cujos pais tenham interesse no bloqueio do vício de seus filhos que querem se livrar dessa desgraça, podem se utilizar do Instituto Hermelino Agnes de Leão para tratamento.
    Após o tratamento, que dura 48 horas, os pacientes devem fazer um tratamento psicoterapêutico para que não volte a se drogar, pois não haverá vontade diante do fechamento da fissura, voltando às atividades normais, estudar e trabalhar.


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  13. Aos incrédulos:Medicina é baseada em evidências.

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  14. Quais são as clínicas sérias no tratamento com ibogaina? Alguém conhece algumas para eu pesquisar?

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    1. Meu nome é C. E, Tenho 20 anos, tive meu primeiro contato com álcool e drogas com 12 anos, no qual com 17 anos fazia uso diário e hoje sou um dependente em recuperação, tive a oportunidade de conhecer a ibogaina no qual facilitou a minha recuperação no meu tratamento. Tive um acompanhamento de 90 dias antes de tomar a primeira dose de ibogaina, Tive muitos pensamentos sobre minha vida, facilitando muito o discernimento do que estava certo e errado em minha vida e a cada pensamento que vinha eu me perguntava( como não pensei isso antes) é obvio, além da dependência química, desde a infância sofro de déficit de atenção com a ibogaina hoje consigo me concentrar e até ler livros inteiros, antes da ibogaina eu não compreendia a importância da leitura. Depois de um tempo tomei uma segunda dose no qual tive varias experiências positivas porem diferentes, não era os mesmos pensamentos da dose passada. Hoje consigo superar a cada dia com muita fé em deus, com o apoio de minha família que estavam ao meu lado a todo o momento e um tratamento realizado na clinica cleuza canan, agradeço a Dra. Agora continuo a ter pensamentos positivos e observando os momentos críticos e com muita facilidade de dizer não.

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  15. Meu nome é C. E, Tenho 20 anos, tive meu primeiro contato com álcool e drogas com 12 anos, no qual com 17 anos fazia uso diário e hoje sou um dependente em recuperação, tive a oportunidade de conhecer a ibogaina no qual facilitou a minha recuperação no meu tratamento. Tive um acompanhamento de 90 dias antes de tomar a primeira dose de ibogaina, Tive muitos pensamentos sobre minha vida, facilitando muito o discernimento do que estava certo e errado em minha vida e a cada pensamento que vinha eu me perguntava( como não pensei isso antes) é obvio, além da dependência química, desde a infância sofro de déficit de atenção com a ibogaina hoje consigo me concentrar e até ler livros inteiros, antes da ibogaina eu não compreendia a importância da leitura. Depois de um tempo tomei uma segunda dose no qual tive varias experiências positivas porem diferentes, não era os mesmos pensamentos da dose passada. Hoje consigo superar a cada dia com muita fé em deus, com o apoio de minha família que estavam ao meu lado a todo o momento e um tratamento realizado na clinica cleuza canan, agradeço a Dra. Agora continuo a ter pensamentos positivos e observando os momentos críticos e com muita facilidade de dizer não.

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  16. A iboga vem revolucionando a medicina e a ciencia com inumeras areas de atuçao terapêuticas e enfermidades além da adicçao (dependencia quimica) já tratamos de pessoas com panico,depressão profundas,fobias sociais e até traumas de guerra,e claro as drogas cocaina,crack,heroina , alcool e tabagismo.Além de funcionar ela faz o individuo ter um outro olhar pra si mesmo e o mundo,planeta sendo um ser pacifico,harmonioso e que é capaz de ir em busca de uma novidade de limpo e transformando seu caráter moral,com valores de honestidade,humildade e amoroso.O alcaloide ativo da iboga , a ibogaina é uma estrad para libertaçao das drogas!!Eu mesmo fiz e aconselho a se fazer,tudo sendo preparado por exames medicos para saber se o individuoi esta apto a receber HCL+TA ,auferido a dose a ser miistrad sobre seu peso e altura, ou seja feita por profissionais, fiz com profissionais terapeutas que foram para africa saber, conhecer a verdadeira e mais eficaz Thabernante iboga,arvores,e com pessoas capaz profissiionalmente para minitrá-las em um tratmento que durou 5 dias, e mais reforço e manutençao.Me encontro feiz e com auto estima recuperada, vida se tranformou , por que aminha consciencia, habitos tambem mudaram portanto meu comportamento evoluiu de um ser vicioso para um ser humano liberto e feliz!! - See more at: www.menteslivresrp.com.br veja o video de meu tratamento só acessar 6 minutos

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  17. www.ibogainabrasil.com.br (41) 3342-7080 / (41) 3385-1867 / (41) 3385-1874

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  18. www.ibogainabrasil.com.br (41) 3342-7080 / (41) 3385-1867 / (41) 3385-1874

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  19. Boa tarde. Estou interessado em saber onde existe um curso ou estágio de como acompanhar e se credenciar para usar a ibogaína em dependentes químicos e outras indicações.Sou pós graduado em DQ e dentista de formação. Gostei de alguns depoimentos.

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  20. Paciente morre durante tratamento com ibogaína em Paulínia
    Publicado 07/06/2016
    A Polícia Civil investiga a morte de um paciente durante o tratamento com ibogaína no Instituto de Terapias Alternativas (IBTA), em Paulínia. Lucas Emanuel Ferreira da Silva, de 29 anos, era dependente químico e teve uma parada cardíaca na última quarta-feira na clínica. Ele foi socorrido ao hospital da cidade, mas não resistiu.
    Saiba mais em
    http://correio.rac.com.br/_conteudo/2016/06/campinas_e_rmc/432345-paciente-morre-durante-tratamento-com-ibogaina-em-paulinia.html

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    1. Negligencia, causada pelas clinicas que só pensam em dinheiro, e não proporcionam nenhum tipo de acompanhamento antes, durante, e depois do tratamento.

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  21. Por favor alguém pode me ajudar? Preciso informações sobre a Clinica Heantos Africa. Estou conversando com eles para levar um familiar fzer o tratamento da Ibogaína mas não encontro nenhum comentário sobre a clinica na internet. A Clínica fica em Campinas (SP).

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    1. Olá!
      Levei meu filho para o tratamento com Ibogaina em Paulinia - SP, a um mes. Ate agora tudo bem!!!
      Ele esta mais tranquilo e reaprendendo viver de maneira saudável e 40 dias longe das drogas.
      Fez o tratamento no IBTA e acho que valeu muito a pena!!!

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    2. Foi exatamente nessa clinica que no dia 01/06/2016, que um paciente morreu, no momento não havia nenhum médico acompanhando, a clinica não possuia nenhum tipo de equipamento para ressucitamento, o paciante chegou na clinica as 09:00 da manhã sem nenhum dos familiares e só deu entrada no hospital as 13:00 ja em óbito. Nesse caso, o paciente ja havia feito o tratamento a cerca de 1 ano e voltou a clinica após 1 recaida para tomar a 2º dose. Fique atenta, pois o objetivo da clinica não é ajudar as pessoas a se livrar de seus vicios, o objetivo principal é ganhar dinheiro. (O caso esta sendo investigado)

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    3. Ola gostaria mesmo ajuda saber lugar confiavel belentani.belentani@gmail.com

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  22. MELHOR TRATAMENTO COM IBOGAÍNA!
    Liberte-se das Drogas e Renove sua vida.
    Saiba mais em:
    http://www.melhortratamentoibogaina.com.br

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